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"Enquanto que a abstinência é o princípio, nossa única esperança
de recuperação é uma mudança de fundo emocional e espiritual."

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Consumo elevado de álcool encolhe determinadas áreas do cérebro

Consumo elevado de álcool encolhe determinadas áreas do cérebro
Estudo desenvolvido por um neurocientista norte-americano revela que o consumo elevado de álcool pode encolher algumas regiões do cérebro. Divulgado no jornal Alcoholism: Clinical and Experimental Research, o trabalho se apoiou em imagens de ressonância magnética de camundongos para melhor entender o papel da variabilidade genética nos danos cerebrais provocados pelo alcoolismo e apontar caminhos e estratégias mais eficazes de prevenção e tratamento, já que esse padrão de dano cerebral imita um aspecto único da patologia observada em alcoólatras humanos.


A ressonância magnética tem condições de diagnosticar vários tipos de lesões causadas pelo álcool no cérebro dos indivíduos, sendo algumas reversíveis e outras permanentes. O consumo crônico de álcool resulta na redução e atrofia de partes específicas do cérebro que podem levar à alteração do equilíbrio e marcha, dificuldade de raciocínio, cálculo e memória, muitas vezes progressivos e irreversíveis, além de quadros graves que evoluem para coma e morte se não forem tratados com rapidez e eficiência.

Alguns desses sintomas são encontrados na Síndrome de Wernicke-Korsakoff (neuropatia relacionada à carência de vitamina B1), com achados específicos na ressonância magnética que permitem o diagnóstico e tratamento rápido e eficaz. As regiões do cérebro mais afetadas pelo consumo excessivo de álcool são responsáveis por alterações na memória, comportamento, déficit cognitivo, dificuldade para articular palavras e movimentos.

As imagens de ressonância magnética obtidas no estudo norte-americano mostram que os camundongos submetidos ao consumo diário de uma solução com 20% de álcool durante seis meses sofreram atrofia do cérebro, de modo geral, e um encolhimento específico do córtex cerebral naqueles indivíduos com falta de receptor de dopamina D2.

Fonte - SEGS

Uso abusivo de ritalina pode interferir na criatividade, cognição e construção da personalidade

Uso abusivo de ritalina pode interferir na criatividade, cognição e construção da personalidade
Em dez anos, a importação e a produção de metilfenidato - mais conhecido como Ritalina, um de seus nomes comerciais - cresceram 373% no país. A maior disponibilidade do medicamento no mercado nacional impulsionou um aumento de 775% no consumo da droga, usada no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O remédio é usado sobretudo em crianças e adolescentes, os mais afetados pelo transtorno.

Para especialistas, a alta no uso do medicamento reflete maior conhecimento da doença e aumento de diagnósticos, mas também levanta o alerta de uso indevido da substância, até por pessoas saudáveis que buscam aumentar o rendimento em atividades intelectuais.De acordo com o levantamento, o volume de metilfenidato importado pelo Brasil ou produzido em território nacional passou de 122 kg em 2003 para 578 kg em 2012, alta de 373%. O cruzamento de dados da produção e importação e do estoque acumulado em cada ano, dado também disponível nos relatórios, para chegar aos prováveis índices anuais de consumo.

Segundo o estudo em tela, foram 94 kg consumidos em 2003 contra 875 kg em 2012, crescimento de 775%. Dados mais recentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmam a tendência de alta. Segundo o órgão, o número de caixas de metilfenidato vendidas no Brasil passou de 2,1 milhões em 2010 para 2,6 milhões em 2013.Houve um aumento da divulgação da doença e do número de pessoas que passaram a ter acesso ao tratamento, mas há outro fator importante, que é uma maior exigência social de administrar a atenção. Especialistas alertam ainda que há casos de adultos sem o transtorno que tomam o metilfenidato para melhorar a concentração e o foco nos estudos.O consumo é comum entre concurseiros, vestibulandos, estudantes de Medicina.

Pouco se fala sobre isso no Brasil, mas nos Estados Unidos e em algumas partes da Europa, esse uso inadequado já é tratado como um problema de saúde pública.Diagnóstico. A alta no consumo é motivo de alerta porque o diagnóstico de TDAH nem sempre é acompanhado de uma investigação aprofundada das possíveis causas do comportamento incomum da criança.Apesar de a medicação ser importante em alguns casos, o diagnóstico rápido de TDAH e o tratamento medicamentoso parecem ter se tornado a solução mais rápida e fácil de vários problemas, sem que a origem deles seja analisada a fundo.

Não se questiona se a inquietude da criança pode estar relacionada a alguma questão da escola, se é uma resposta a algo que ela não está sabendo lidar.A associação de âmbito nacional em psiquiatria afirma que, apesar da alta no consumo, o Estado brasileiro possui milhares de cidadãos com TDAH sem tratamento. Uma pesquisa, publicada em 2012, apontou um número de 19% de pacientes com TDAH sem tratamento.

Fonte - Estadão

Pesquisa mostra que mais de 40% dos jovens bebem álcool antes de eventos noturnos

Pesquisa mostra que mais de 40% dos jovens bebem álcool antes de eventos noturnos
Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) confirma que, para 41,3% dos jovens, ingerir álcool antes de entrar na boate é um hábito. O gesto não é sinônimo de economia: adeptos da prática bebem ainda mais dentro das casas noturnas.De acordo com o estudo, aqueles que beberam previamente já entraram na boate com 0,23mg/L de álcool no sangue e saíram de lá com taxa de 0,34mg/L, o dobro do encontrado entre os que chegaram sóbrios.


Além disso, 22,8% beberam em ‘binge’ (cinco ou mais doses de bebida em poucas horas) antes dos eventos.Entre os principais motivos da prática estão reduzir a ansiedade social na boate (39%) e economizar com bebidas dentro da casa noturna (37,7%). Segundo a publicação, existe uma falsa impressão que ao beber anteriormente aos eventos estes jovens beberão menos, porém não existe economia, dado que tais jovens bebem mais dentro de estabelecimentos.

O levantamento foi feito com 2.422 clientes de 31 casas noturnas. Eles foram entrevistados e se submeteram ao teste do bafômetro antes e depois de entrarem em boates e festas.O comportamento de beber antes de ir a boates e eventos foi mais frequente entre homens de 18 a 25 anos, fumantes, solteiros e empregados. Deles, 33% beberam em casa, 30% na rua e 26% no bar. Cerveja, seguido de vodka foram os produtos mais consumidos, sobretudo depois das 19h.

Os pesquisadores ainda concluem que o excesso de álcool aumenta as chances de acidentes, de brigas em boates e dos comportamentos sexuais de riscos (sexo sem proteção com parceiro casual ou até mesmo sem consentimento). Algumas boates impediram a entrada de pessoas alcoolizadas, mas o fato foi muito raro.

Fonte - ig.com.br

Estudo inglês aponta queda no consumo de drogas, álcool e cigarro

Estudo inglês aponta queda no consumo de drogas, álcool e cigarro
Uma nova geração de jovens diminui o uso de bebidas, drogas e cigarro, aponta um novo estudo, realizado em 2014 e divulgado pelo site do jornal britânico Daily Mail.

A pesquisa apoiada pelo governo britânico mostra que a proporção de estudantes que experimentaram maconha ou outras drogas ilegais caiu quase que pela metade na última década, e continua caindo ano após ano.Juntamente com o inédito declínio no consumo de drogas, os resultados mostraram que o nível de alcoolismo entre os estudantes representa somente um terço da taxa da última década, e o cigarro também atingiu a maior baixa nos últimos 30 anos.

A queda nos números pode representar reviravolta histórica. Alguns analistas especulam isso ao crescimento das mídias sociais, fazendo que milhões de adolescentes gastem mais tempo em casa, nos seus quartos, do que nas ruas.As conclusões do estudo foram baseadas em questionários preenchidos durante as aulas de mais de 5 mil alunos entre 11 e 15 anos.

A pesquisa foi elaborada para minimizar o impacto de respostas enganosas ou baseadas em ostentação. Por exemplo, uma pergunta sobre uma droga que nem existe, chamada Semeron, foi inserida para comprovar se as questões estavam sendo respondidas com honestidade.Os resultados, publicados pelo Government1’s Health and Social Care Information Centre, mostrou que a proporção que experimentou drogas caiu de 30% em 2003 para 16% no último ano.Os usuários regulares de drogas caíram de 12% para 6% ao longo da década.

O uso de maconha, que era de 13,3% em 2003, foi de apenas 7% no ano passado.Uma década atrás, os alunos fumavam uma vez por semana. No entanto, em 2013, 3% relataram fumar um cigarro semanal, o menor número registrado em 30 anos.Um padrão similar foi comprovado entre os hábitos relacionados ao álcool. Um quarto dos alunos haviam bebido na semana anterior que responderam ao questionário, em 2003, contra apenas 9% no ano passado.

Embora tenha registrado queda entre o consumo de álcool, cigarro e drogas, o estudo alerta que as drogas ainda representam um risco para jovens vulneráveis.

Fonte - saude.terra.com.br

Estudo divulgado nos EUA informa que um a cada dez adultos morre por abuso em excesso de álcool

Álcool
De acordo com um estudo realizado pelo Centro de Doenças, Controle e Prevenção realizado dos Estados Unidos, um dos maiores causadores de morte no mundo é o abuso excessivo de álcool. O estudo em tela indica: um em cada dez adultos morre por este consumo em excesso.

Para aqueles que bebem a cada happy hour ou em todas as festas que comparece, é melhor estar informado que 10% das mortes em adultos, dos 20 aos 64 anos, são provocadas pelo uso abusivo de álcool, segundo um relatório.Esse valor foi encontrado de acordo com uma investigação dos relatórios de 2006 a 2010, do "Alcohol-Related Disease Impact", que estimou quantos anos de vida nos são retirados quando ingerimos álcool.

No período dos quatro anos avaliados, foram registradas 88 mil mortes. Algumas foram provocadas pelo consumo excessivo de álcool. Outras ocorreram em decorrência de episódios de violência ou de acidentes, ocasionado pelo estado de embriaguez das vítimas. Esse dado torna-se ainda mais alarmante, quando se sabe que, a nível mundial, o álcool é responsável por 3,3 milhões de mortes.
 
Fonte - Noticias ao minuto

Vareniclina combinada com adesivos de nicotina melhoram as taxas de cessação do tabagismo, diz estudo realizado na África do Sul

Tabaco
Vareniclina combinada com adesivos de nicotina melhoram as taxas de cessação do tabagismo.Combinando a medicação para cessar o tabagismo – Vareniclina com a terapia de reposição de nicotina, foi mais eficaz que a vareniclina sozinha para alcançar a abstinência do tabaco em 6 meses, de acordo com um estudo no JAMA.

A combinação da farmacoterapia e abordagens comportamentais são de benefício comprovado para ajudar os fumantes a parar. A combinação da terapia de reposição de nicotina (TRN) com vareniclina foi para melhorar o tratamento sugerido para a abstinência tabágica, mas a sua eficácia é incerta, de acordo com a informação em segundo plano no artigo.Coenraad FN Koegelenberg, Médio e Ph.D., da Universidade de Stellenbosch, Cidade do Cabo, África do Sul, e colaboradores , distriburam aleatoriamente 446 fumantes geralmente saudáveis à nicotina ou a um ciclo de tratamento placebo de 2 semanas, realizado antes da data de parar do observado e continuou por mais 12 semanas. A vareniclina foi iniciada uma semana antes de TQD, continuou por mais 12 semanas, e diminuida gradativamente na semana 13.

O estudo foi realizado em sete centros na África do Sul a partir de abril de 2011 a outubro de 2012.; 435 participantes foram incluídos nas análises de eficácia e segurança.Os pesquisadores descobriram que os participantes que receberam o TRN e vareniclina foram mais propensos a alcançar abstinência contínua do fumo (confirmado por medições de monóxido de carbono expirado) em 12 semanas (55,4% contra 40,9 %) e 24 semanas (49,0% contra 32,6%) e prevalência do ponto de abstinência (uma medida de abstinência com base no comportamento em um ponto especial no tempo) em seis meses (65,1% contra 46,7%) do que aqueles que receberam o placebo do TRN e vareniclina.

No grupo de tratamento combinado, havia mais náuseas, distúrbios do sono, reações de pele, prisão de ventre, depressão, com apenas as reações cultâneas atingindo significância estatística (14,4% 7,8% ); o grupo de vareniclina sozinha fora experimentado mais dores de cabeça e sonhos anormais."Neste estudo, de nosso conhecimento, o maior estudo para examinar a eficácia e a segurança do tratamento de vareniclina completando com TRN, encontramos informações que o tratamento de combinação para ser associado com uma taxa estatisticamente significativa e clinicamente importante, com abstinência contínua superior em 12 e 24 semanas , bem como uma prevalência maior da taxa de abstinência no ponto seis meses ", escrevem os autores.Eles acrescentam que mais estudos são necessários para avaliar a eficácia e segurança a longo prazo.

Fonte - Medical news Today