• Maconha faz mal?

    Saiba mais sobre a fundamentação científica acerca dos efeitos da maconha sobre o organismo.

Maconha: cada um é responsável

Cuidado! Muito cuidado! 





Estratégias estão se delineando no assunto MACONHA, com projetos de lei tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. E em geral, os brasileiros em sua grande maioria, tem um "vício" cultural ou social, de não fiscalizar e cobrar, o que os representantes eleitos,  estão fazendo em Brasília, ou deixando de fazer. Além de muitas vezes, desconhecer até em quem, se está votando.


E não é só o assunto maconha, outros de igual importância às vezes dependem da luta de um ou dois congressistas de coragem para serem derrubados de suas frágeis e inconsistentes "plataformas lançadoras".

A questão também, passa pela educação. Muitas pessoas opinam a favor, sem ter a menor noção científica ou informação consistente, para formar sua própria opinião. Muitos resolvem "ir na onda". Outros já por sua vez, mesmo na aparente ignorância científica de causa, são contra e PONTO FINAL.



FAMÍLIAS DO BRASIL, PAIS E MÃES DE FAMÍLIA, FISCALIZEM SEUS CONGRESSISTAS!

É um absurdo um país tomar este caminho porque outra nação resolveu arriscar tomá-lo. Os americanos, tenham a certeza de que irão se arrepender no futuro, com o caminho da legalização da maconha, pois o país pioneiro nesta política, a Holanda, já se arrependeu. A oposição uruguaya, caso ganhe as próximas eleições, irá revogar a lei do presidente Mujica que liberou a cannabis.

A discussão sobre liberar drogas, sejam elas quais forem, não deveria fazer parte da pauta de nenhum país no mundo. São discussões vazias, sem fundamento, e que aumentarão exponencialmente a já enorme destruição de seres humanos. O álcool? Este também é uma droga óbvio, e a mais difundida em todo mundo, e já causa estragos sociais e humanos de proporções inimagináveis em todo o mundo, mas este, só nos resta restringir propaganda, tratar as vítimas diretas ou indiretas, e educar as gerações futuras. 

Estas e outras situações me levam a refletir o seguinte: Em nome de tudo que é mais sagrado, porque tantos se deixam levar, e se permitem manobrar, por uma "meia dúzia" de inúteis, que somente pensam em vantagens próprias! Sim, porque neste caso vejam só:


Segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de 2012, estima-se que o BRASIL TEM 3 MILHÕES DE USUÁRIOS FREQUENTES DE MACONHA, oras, isto REPRESENTA MENOS DE 2% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA que é de 190 milhões! Veja o último levantamento do Lenad 2013. Ainda segundo este levantamento, mais de 70% da população brasileira (isto entre os pesquisados por amostragem) são contra a legalização da maconha, este percentual eu acredito que seja muito maior.

A população deve tomar "as rédeas" do futuro de seus filhos e filhas...fiscalizando e cobrando quais leis os seus políticos eleitos estão tratando no congresso. Que Deus ajude!

Autor - Mais 24 Hrs

Deputado propõe descriminalização do uso e produção da maconha

Deputado propõe descriminalização do uso e produção da maconha
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou no último dia 19, na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados projeto que prevê a descriminalização do consumo, produção e comércio da maconha. O parlamentar decidiu apresentar a proposta após o Uruguai ter regulamentado. De acordo com o projeto, o plantio, o cultivo e a colheita da planta para o consumo pessoal serão liberados no país, desde que restrito a "até seis plantas de cannabis maduras e seis plantas de cannabis imaturas, por indivíduo". O texto estabelece ainda a "obrigatoriedade do registro, da padronização, da classificação, da inspeção e da fiscalização de tais atividades".

A proposta prevê a regulamentação do plantio, cultivo e da colheita para uso medicinal. O texto proíbe processos de manipulação para aumentar ou produzir artificialmente a maconha e estabelece que a colheita que não exceder 480 gramas ficará isenta de registro, da inspeção e fiscalização. O projeto proíbe propaganda e a venda a menores de 18 anos e a venda e uso perto de escolas durante o horário escolar ou em estabelecimentos educacionais e sanitários.

"Nas ruas, não vai se poder fumar, sobretudo próximo às escolas. O projeto estabelece que, nos lugares de venda, a exposição do produto tem que estar regulamentada e o consumidor tem que estar a par dos danos que ocorrem com o consumo", ponderou o deputado. "Além disso, estabelece que o Poder Executivo deverá delimitar zonas de cultivo e levar em consideração critérios de preservação ambiental e limites máximos para a extensão de terras destinadas ao plantio e fabricação de produtos derivados da maconha", disse.

Conforme o texto, 50% da arrecadação com tributos decorrentes das atividades serão destinados ao financiamento de políticas públicas para tratamento de dependentes químicos. Outro ponto do projeto prevê anistia para as pessoas processadas por tráfico, desde que as prisões não sejam decorrentes de crimes com violência, grave ameaça, emprego de arma de fogo ou tráfico internacional de drogas .

Para o deputado, é preciso que a sociedade encare o debate do ponto de vista da segurança e da possibilidade de geração de emprego e renda. "O projeto prevê que essas pessoas presas por pequenas quantidades possam entram na venda legal, desde que registradas", disse. "A gente precisa enfrentar essa questão e dar uma segunda chance para essas pessoas que entram no tráfico pela pobreza".

No Senado, também tramita um projeto de lei de iniciativa popular que trata da legalização do plantio doméstico de maconha e do comércio em locais licenciados. O projeto de lei, relatado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi proposto por meio do portal e-cidadania do Senado, onde qualquer pessoa pode fazer proposições legislativas, e recebeu mais de 20 mil assinaturas eletrônicas de apoio.


Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil Edição: Carolina Pimentel - Brasília
Fonte - AgenciaBrasil

Consumir álcool mais que duas vezes por semana aumenta o risco de mortalidade por AVC em homens

Consumir álcool mais que duas vezes por semana aumenta o risco de mortalidade por AVC em homens
Estudo da Universidade da Finlândia Oriental mostrou que os homens que ingerem álcool com mais frequência do que duas vezes por semana têm um risco três vezes maior de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) do que aqueles que não o consomem. O risco é elevado independentemente da quantidade consumida.

Um total de 2.609 homens de meia-idade participaram do estudo, e o acompanhamento dos voluntários foi feito ao longo de 20 anos. O excesso de álcool está associado a uma variedade de doenças. Em pessoas que são consumidores moderados, por exemplo, o risco de acidente vascular cerebral é pequeno, já que o risco de hemorragia cerebral varia linearmente quando o consumo de álcool cresce.

Outros fatores de risco significativos para o desenvolvimento do AVC incluem elevação da pressão arterial, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, diabete, tabagismo e níveis elevados de colesterol.

Fonte - Zero Hora

Manifesto contra a legalização das drogas no Brasil



Por uma Política Antidrogas moderna, humana e baseada em evidências científicas

Por favor assine esta campanha http://chn.ge/1p91ce6

Estamos diante do maior problema de Saúde Pública e de Segurança existente, hoje, no Brasil: a epidemia do uso de drogas. É tarefa de todos os brasileiros colaborar para que ela seja enfrentada e reduzida. Nossa população, principalmente os milhões de jovens, mais vulneráveis a este mal devastador, e suas famílias, podem e devem sonhar com um futuro melhor para todos!

As entidades, instituições e indivíduos que subscrevem este documento uniram-se para manifestar à Nação sua oposição à pretendida legalização das drogas em nosso país. Individualmente, somos cientistas, profissionais da saúde, parlamentares, religiosos, comunicadores, professores e sobretudo pais, preocupados com o risco inerente à decisão de se dar tratamento equivocado a uma gravíssima questão social. É o que vem acontecendo e é o que certamente se agravará com tal estratégia, simplista na forma e danosa nas consequências.

1. A alarmante situação brasileira

O consumo de drogas não é um mal que se restrinja somente aos usuários. As consequências sociais, psicossociais e econômicas do consumo de drogas se multiplicam muito além deles. No âmbito familiar, segundo dados recentemente divulgados pela Universidade Federal de São Paulo, para cada dependente de drogas ilícitas existem, em média, mais quatro pessoas afetadas de forma devastadora, comprometendo, em inúmeras dimensões, uma população de quase 30 milhões de brasileiros. No âmbito social, parte substantiva da violência a que está exposta nossa população guarda estreito vínculo causal com o consumo de drogas. E o consumo vem aumentando continuamente no Brasil, ao longo dos últimos vinte anos! O Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à ONU, emitiu relatório informando que em apenas seis anos, entre 2005 e 2011, o consumo de cocaína, em nosso país, avançou de 0,7% para 1,75% da população na faixa etária entre 12 e 65 anos. Isso corresponde a uma adesão ao uso problemático e à dependência quatro vezes superior à média mundial e 25% maior que a média da América do Sul.

Nesse cenário, há que sublinhar dois fatos irrecusáveis. De um lado, a enorme dificuldade, em todos os níveis de governo, de eleger e adotar políticas que sejam efetivas, quer na prevenção, quer no tratamento. De outro, essa ineficiência convive com verdadeiro lobby, muito bem organizado, difundindo a ideia de que a melhor solução seria a completa legalização de todas as drogas, começando pela maconha. Essa estratégia está muito evidente. Primeiro se descrimina o uso, depois o "pequeno tráfico", em seguida se legaliza a maconha para uso "medicinal" e recreativo, para finalmente legalizar todas as drogas.

Faz parte desse lobby pela legalização, o argumento de que o álcool e o tabaco, não obstante causarem dependência e transtornos físicos e mentais, têm seu consumo legalizado. Então, concluem - "Por que não legalizar as demais drogas?". Ora, fazê-lo seria andar na contramão do bom senso e do que a experiência ensina em relação ao álcool e ao tabaco. Exatamente por sabermos que ambos são danosos à saúde dos indivíduos e à saúde pública, os signatários deste manifesto são favoráveis, também, ao aumento das restrições ao consumo dessas duas substâncias.

A história do mundo, nos últimos 200 anos, é rica em exemplos de países que liberaram as drogas aqui consideradas ilícitas, e sofreram verdadeiras tragédias sociais. Todos voltaram atrás, sem exceção, e aumentaram o rigor no seu enfrentamento. A redução do número de dependentes químicos e da mortalidade pela violência, só aconteceu nos países que trataram essa questão com muito rigor!

2. Um debate falso e inútil

É preciso quebrar a polarização instalada no debate nacional e internacional sobre as melhores políticas a serem adotadas para o controle das drogas ilícitas. Os defensores da legalização creem que uma singela mudança legislativa seja o bastante para resolver tão complexo problema. Os que optam pela repressão pura e simples, defendem uma solução punitiva, dominantemente penal. Os primeiros querem só eliminar as penas. Os outros, só endurecê-las. E ambos parecem convencidos de que isso baste.

Não bastará. Nenhuma dessas duas abordagens, é suficientemente humana, realista, efetiva, ou se baseia nas melhores evidências científicas disponíveis. Vários países, como os Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Itália, estão trilhando uma “terceira via” em relação ao controle das drogas. Estabelecida a partir de evidências científicas, essa abordagem coloca ênfase na prevenção e no tratamento.

O Brasil precisa mudar o falso dilema em que se digladiam as atuais abordagens do assunto. Com esse intuito, propomos:


3. Os 10 princípios de uma boa política antidrogas


1º - Os Direitos Humanos são parte fundamental dessa política. Os cidadãos, em especial as crianças, têm o direito de viver num ambiente seguro e livre de drogas, quer em sua família, quer na comunidade.

2º - A redução do consumo de drogas nas comunidades deve estar no núcleo dessa política. A melhor forma de reduzir os danos causados pelas drogas é reduzir o consumo. Em epidemias virais, o mais importante é diminuir rapidamente a circulação do vírus. Vale o mesmo para as drogas. Sem diminuir sua circulação nas ruas, os problemas só serão agravados.

3 - O Brasil é o único país do mundo que faz fronteira - gigantesca fronteira! - com todos os produtores de coca. Por isso, temos que ser muito mais rigorosos no controle que outros países, para podermos diminuir a circulação e a oferta dessa destruidora mercadoria. Aderir à facilidade de acesso ou dificultar a ação de combate ao tráfico agravará a situação e facilitará o aumento da disponibilidade. E o consumo, inevitavelmente, crescerá. Para isso o uso e o tráfico devem continuar sendo considerados crimes, e devem ser punidos. O primeiro com penas alternativas, que podem incluir medidas com as da Justiça Terapêutica, e o segundo com prisão prolongada.

4º - Uma boa política nacional em relação às drogas deve reconhecer que a dependência química é uma doença crônica do cérebro, que deve ser tratada e, antes disso, prevenida. Tanto a Saúde Pública quanto a Segurança Pública estabelecem ações complementares, necessárias e que devem estar presentes.

5º - As atividades de Prevenção, Tratamento e os Serviços de Recuperação, devem integrar-se no Sistema de Saúde pública. O SUS deve implementar práticas de tratamento baseadas em evidências. E deve abandonar de vez a "redução de danos" como política única, tanto para prevenção quanto para tratamento.

6º - Um plano de prevenção, municipalizado, deve proporcionar atendimento adequado. É indispensável que sejam criados programas específicos, para todas as crianças e adolescentes do país e, em especial, para grupos de risco, como são, por exemplo, os que abandonam precocemente a escola. Os profissionais da Saúde e da Educação devem estar plenamente capacitados para exercer atividades de prevenção e detecção precoce do uso.

7º - O que hoje é disponibilizado como sistema de tratamento é escasso e inadequado. Faz-se necessário abandonar a exclusividade dos Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (CAPS-AD) como a única alternativa de tratamento. O SUS deve financiar clinicas de desintoxicação e as Comunidades Terapêuticas. O acesso ao tratamento de qualidade deve ser direito de todo usuário do SUS. Sem isso, precisamente as famílias mais carentes de recursos não têm como ser socorridas. As internações, voluntárias ou não, em locais adequados, com critérios médicos competentes devem estar disponíveis a quem necessite, na hora da necessidade.

8º - As famílias devem ter acesso a programas de orientação específicos, que proporcionem o conhecimento dos meios de prevenção ao uso de substâncias. Pais, mães, avós, chefes de família, devem ser os primeiros “agentes de prevenção”, a começar pelas substâncias lícitas, como álcool e tabaco. Além disso, devem estar previamente informados sobre como lidar se e quando algum de seus membros começar a usar drogas, bem como conhecer estratégias de desestímulo ao consumo. É imprescindível o suporte do poder público e das comunidades aos grupos de apoio que precisam tornar-se a primeira mão estendida para os familiares com problemas.

9º - O sistema de recuperação social, ou seja, o conjunto das ações que devem acontecer após a interrupção do uso não prescinde de amplo suporte estatal e social. São ações como as levadas a cabo por Igrejas no apoio à recuperação e reinserção social, e pelos grupos de ajuda mútua - Alcoólicos Anônimos (AA), Narcóticos Anônimos (NA), Amor Exigente (AE). Tal apoio precisa abranger a reabilitação profissional das pessoas em recuperação.

10º - A rede de pequenos e médios traficantes ampliou-se enormemente nos últimos anos. Faz-se urgente definir estratégias para desorganizá-la. Além das indispensáveis ações policiais e penais, é preciso, no âmbito de cada município, monitorar a ação dos pequenos traficantes. Os defensores da liberação confundem, intencionalmente, os pequenos traficantes com os usuários. Defendem a retirada da pena de prisão para os primeiros, alegando serem usuários que traficam para manter o vício. Ora, mais de 90% do tráfico que chega aos consumidores é levado pelo pequeno traficante. A rede de pequenos e médios traficantes ampliou-se enormemente nos últimos anos. Faz-se urgente definir estratégias para desorganizá-la. É preciso, no âmbito de cada município, monitorar a ação dos pequenos traficantes.

Se não for possível tirá-los das ruas, todo esforço para diminuir a oferta será inócuo. Esses pequenos traficantes devem ser internados em unidades prisionais especiais, com tratamento associado. Tirá-los da rua é essencial para desorganizar o tráfico e diminuir a circulação das drogas.

Fonte - UNIAD

Oposição revogará lei da maconha se vencer eleição uruguaia

Oposição revogará lei da maconha se vencer eleição uruguaia
Senador Jorge Larrañaga, pré-candidato à presidência uruguaia às eleições do próximo mês de outubro, anunciou que revogará lei da maconha no país se for eleito


Maconha: 'Que não plantem nada, porque vamos derrubar (a lei) a partir da formação da nova maioria (parlamentar)', declarou o líder oposicionista
 
Montevidéu - O senador Jorge Larrañaga, pré-candidato à presidência uruguaia às eleições do próximo mês de outubro, anunciou que, caso chegue ao poder, revogará a recentemente aprovada lei da maconha que regula a produção, distribuição e venda da droga no país.

'Está claro que o tema da legalização da maconha será importante dentro da próxima campanha eleitoral e Larrañaga foi muito claro em expressar a ideia do partido', disse neste domingo à Agência Efe o deputado Pablo Iturralde, do Partido Nacional, o principal da oposição.

'Que não plantem nada, porque vamos derrubar (a lei) a partir da formação da nova maioria (parlamentar)', declarou o pré-candidato em discurso pronunciado ontem à noite como parte de seu lançamento de campanha.

O governo da coalizão de esquerda Frente Ampla 'teve marchas e contramarchas' no tema das drogas 'e atualmente tem muitas dúvidas e gera muitas mais para a regulamentação da lei', acrescentou o senador.

Atualmente, o governo uruguaio avança na implementação da lei que regula a produção, distribuição e venda de maconha no país.

A nova lei, impulsionada pelo presidente José Mujica, gerou polêmica em nível internacional e nacional, ao estabelecer taxativamente o 'controle e a regulação por parte do Estado da importação, exportação, plantação, cultivo, colheita, produção, aquisição, armazenamento, comercialização, distribuição e consumo da maconha e seus derivados'.

Mujica afirmou em várias oportunidades que o que busca é uma 'alternativa' para lutar contra o narcotráfico, uma vez que pela via da repressão 'a batalha está perdida no mundo todo e há muito tempo'.

A lei, que foi aprovada no último dia 10 de dezembro pelo Parlamento uruguaio apenas com os votos do governo e promulgada duas semanas depois por Mujica, é rejeitada pela maioria dos uruguaios segundo as enquetes.

Fonte - Exame

Abuso de bebidas energéticas pode causar tremores, dor de cabeça e aumentar as taxas de contração do coração

Abuso de bebidas energéticas pode causar tremores, dor de cabeça e aumentar as taxas de contração do coração
Beber uma latinha eventualmente não apresenta riscos, mas a superdosagem de bebidas energéticas pode causar reações como tremores, diarreia e dor de cabeça. Elas podem aumentar gravemente as taxas de contração do coração apenas uma hora depois de consumi-las, afirma uma nova pesquisa.


Os resultados, apresentados no encontro anual da Sociedade de Radiologia da América do Norte, coincidem com o alerta lançado pela American Heart Association. No ano passado, a associação já havia alertado sobre os riscos de taquicardia e aumento da pressão sanguínea após a ingestão excessiva dos energéticos.

Preocupado com os efeitos colaterais que o produto apresenta ao coração durante longos períodos de tempo, Dr. Jonas Dorner, um radiologista residente da sessão de imagem cardiovascular da Universidade de Bonn, na Alemanha, decidiu tirar a prova. Sua equipe e ele analisaram os exames de ressonância magnética de 18 voluntários numa faixa etária de 27 anos, antes e depois de consumir a bebida.

Curto-circuito no cérebro

Dorner explica que a quantidade de cafeína contida numa lata de energético geralmente é três vezes maior do que a encontrada em outras bebidas, como o café ou os refrigerantes de cola. A cafeína altera o funcionamento do sistema nervoso central. Quando o componente chega no córtex cerebral, ele inibe a ação de substâncias químicas produzidas pelos neurônios do sono, como a adenosina, que, entre outras coisas, aumenta a frequência cardíaca.

Sintomas do consumo excessivo

O alto consumo de cafeína e taurina podem desencadear uma rápida arritmia cardíaca, palpitações, aumento da pressão e, nos casos mais graves, convulsões e infarto. Quando comparados, os exames revelaram um aumento significativo nos picos de tensão sistólica no ventrículo esquerdo do coração. A região é responsável por receber sangue rico em oxigênio dos pulmões e bombeá-los na aorta, que distribui o sangue por todo o organismo.

Quanto de cafeína é letal?

A dose letal de cafeína é de cerca de 5 gramas para adultos, portanto você precisaria de 25 xícaras de café para chegar a tal ponto, segundo a revista New Scientist. Mas é fácil evitar a morte por cafeína porque os sintomas deste tipo de intoxicação – delírio, náuseas e cefaleia – são bastante incômodos, disse Sarah Kerrigan, uma toxicologista forense da Universidade Sam Houston State, no Texas.

No entanto, casos de intoxicação de cafeína a partir do consumo de energéticos vêm crescendo, principalmente entre adolescentes. A conclusão veio de uma pesquisa desenvolvida durante sete anos pelo Centro de Intoxicação da Austrália, que chamou atenção para a importância de informar jovens e regulamentar a venda da bebida.


Fonte - Yahoo