• Maconha faz mal?

    Saiba mais sobre a fundamentação científica acerca dos efeitos da maconha sobre o organismo.

Parar de fumar é mais fácil do que se imagina

por Nuno Cobra

Parar de fumar é mais fácil do que se imagina
Na minha carreira, sempre me deparei com pessoas que possuíam o hábito de fumar, adquirido durante a fase inexperiente da juventude.
Como o meu trabalho não se aplica aos fumantes. Tive a oportunidade de ver várias pessoas abandonarem o cigarro. Pois para melhorar a circulação sangüínea, é preciso abandonar o cigarro, porque este diminui o calibre das artérias.
Pela minha experiência, posso afirmar que parar de fumar não é algo impossível ou muito difícil como muitos pensam. Depende da programação destrutiva, fixada no inconsciente, durante a formação da personalidade.

De um modo geral, fomos anulados por uma educação castradora. Uns mais e outros menos. A dificuldade em parar de fumar está justamente no tamanho desta agressão, que a sociedade fez nas crianças e nos jovens.
A dificuldade em largar o cigarro, reside na idéia que cada um faz especificamente sobre essa dificuldade e não pela dificuldade em si. Percebi que as pessoas mentalizam e teorizam muito sobre como abandoná-lo.
Como fomos anulados quando crianças, temos dificuldade em acreditar nas nossas reais capacidades. Então é preciso partir para a prática.

É fundamental ressaltar que a prática é um milhão de vezes mais fácil do que a teoria. Justamente devido a essa anulação, possuímos uma enorme dificuldade de nos ver conseguindo ultrapassar obstáculos e alcançar nossos objetivos.
Por isso, se você realmente quer parar de fumar não pense. Pare! Porque se você pensar, estará inconscientemente pensando contra você.
O seu maior adversário não é o cigarro, mas você mesmo em não perceber suas extraordinárias possibilidades.
Se partir para a prática e deixar a teoria de lado, verá que parar de fumar será um mero detalhe em sua vida. Você irá fortalecer seu corpo emocional, preparando-se para novas conquistas bastantes significativas.
Sempre ouvi o seguinte de quem parou de fumar:
"Não entendo porque demorei tanto anos para tomar esta iniciativa"!
Muitos chagaram a dizer que pensavam muito e isso dificultou para tomar a iniciativa.

Cinco dicas para largar o cigarro
1º) Não pense, pare de fumar, a prática é muito mais fácil do que a teoria. Parar de fumar é uma questão mental (emocional) e orgânica. 

2º) A mais recente descoberta para largar o cigarro já está no Brasil: são os comprimidos de vareniclina, vendido por aqui com o nome de Champix. O comprimido atua nos mecanismos cerebrais de dependência, bloqueando a sensação de prazer provocada pela nicotina. 

3º) Quando o seu organismo se dá conta de que não tem essa droga, ele reage violentamente, provocando uma química de desejo incontrolável. Mas fique tranqüilo, essa vontade tão forte é muito rápida, dura mais ou menos um minuto. Este desejo virá novamente, mas com o passar do tempo, o numero dessas solicitações, orgânicas e mentais, irão diminuir.

4º) O hábito do fumar traz consigo outros hábitos, como a necessidade de movimento com a boca e com as mãos em mexer no cigarro, acendê-lo, bater as cinzas... Portanto, tenha alguma coisa para levar à boca, como balas por exemplo. E para manter as mãos em movimento, você poderá manusear uma caneta ou um lápis. 

5º) Os primeiros dez, quinze dias, serão os mais difíceis. Então, evite situações que chamem o cigarro: cafés, bebidas alcoólicas ou qualquer outro fator que você tenha vinculado ao ato de fumar.
Parece estranho, mas percebo que antigos fumantes com o tempo passam a detestar o cigarro. A longa abstinência provoca um processo de reversão no organismo e o cigarro passa a ser agressivo.
As pessoas que conseguem parar de fumar por alguns dias, passam a se sentir tão felizes e recebem estímulos tão gratificantes, que nunca mais levam o cigarro à boca.

Fonte - UOL - Vya Estelar

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Consumo de Álcool na Infância e Adolescência pode Aumentar Risco de Dependência na Vida Adulta

Consumo de Álcool na Infância e Adolescência pode Aumentar Risco de Dependência na Vida Adulta
O consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes pode aumentar as chances de se desenvolver alcoolismo na fase adulta. De acordo com pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizada este ano com base em entrevistas com 17 mil adolescentes do ensino médio de 789 escolas públicas e privadas de todo o País, um gole ou experimentação de bebidas antes dos 12 anos podem aumentar em 60% as chances de consumo abusivo de álcool na vida adulta. Segundo especialistas, além de prejudicar o desenvolvimento, a substância causa consequências comportamentais e alterações no sistema imunológico.
Acesse aqui o VI Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública e Privada nas Capitais Brasileiras Realizado em 2010
A pesquisa também constatou que, dentre os estudantes que afirmaram ter consumido algum tipo de bebida alcoólica na vida (82% dos entrevistados), 11% destes experimentaram o álcool antes dos 12 anos de idade. Para a professora do curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica (PUC) Sorocaba, Rosana Maria Paiva dos Santos, a ingestão precoce de álcool pode contribuir para o desenvolvimento da dependência cada vez mais cedo. "O consumo começa em casa, muitas vezes por influência dos próprios pais, e assim o hábito torna-se dependência, podendo evoluir até para uso de outras drogas", diz. A atitude, que para ela representa a tentativa dos pais de controlarem a ingestão de bebidas, resulta em efeitos contrários. "As crianças e adolescentes passam a associar a substância a momentos agradáveis e o uso torna-se generalizado", ressalta. A professora relata ainda a importância da prevenção nesses casos.


Fonte - Adaptado de Cruzeiro do Sul

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Holanda ‘arrependida’ com a liberação da maconha e da prostituição. 67% da população é, agora, a favor de medidas MENOS liberais.

67% da população é, agora, a favor de medidas MENOS liberais.


Holanda ‘arrependida’ com a liberação da maconha e da prostituição. 67% da população é, agora, a favor de medidas MENOS liberais.
“A Holanda, um dos países mais liberais do mundo, está em crise com seus próprios conceitos. O país que legalizou a eutanásia, o aborto, as drogas, o “casamento” entre homossexuais e a prostituição reconhece que essa posição não melhorou o país. Ao contrário: aumentou seus problemas”
Em matéria publicada na revista Veja de 5 de março, sob o título Mudanças na vitrine, o jornalista Thomaz Favaro ressalta que, desde que a prostituição e as drogas foram legalizadas, tudo mudou em De Wallen, famoso bairro de Amsterdã, capital holandesa, onde a tolerância era aceita. “A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.

Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os cafés já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas.

Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo”. A matéria destaca ainda que a legalização da prostituição na Holanda resultou “na explosão do número de bordéis e no aumento da demanda por prostitutas”. Nos primeiros três anos de legalização da prostituição, aumentou em 260% o tráfico de mulheres no país.

E a legalização da maconha? Fez bem? Também não. “O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. (…) O problema é que Amsterdã, com seus cafés, atrai ‘turistas da droga’ dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa”, afirma a matéria de Veja.

O criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã, afirma: “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”. Pesquisas revelam que 67% da população holandesa é, agora, a favor de medidas mais rígidas. E ainda tem gente que defende que o Brasil deve legalizar a maconha, o aborto, a prostituição etc, citando a Holanda e outros países como exemplo de “modernidade”.

Veja o caso da Suíça. Conta Favaro: “A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro”.

E a Dinamarca? “Em Copenhague, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade”.

Fonte - UNIAD

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A embriaguez em serviço e a demissão por justa causa

A embriaguez em serviço e a demissão por justa causa
A embriaguez em serviço e a demissão por justa causa

Está lá na CLT: “Art. 482 - Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador: (...) f) embriaguez habitual ou em serviço;”.
Embora o texto de lei seja muito claro, sua aplicação tem sido alvo de grandes debates.

Esse assunto voltou a chamar a atenção da sociedade nos últimos dias, quando foi divulgada decisão da 17.ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (SP), que reverteu a demissão por justa causa de um trabalhador que era dependente químico. Nesse processo, ficou comprovado – por meio de atestados – que o empregado era usuário de crack e bebida alcoólica, o que desencadeava agressividade verbal, e o que inclusive resultou em sua internação, por seis meses.

A empresa defendeu-se dizendo que desconhecia o quadro de dependência química do trabalhador e justificou que a demissão se deu por conta de várias faltas injustificadas, o que não convenceu a Justiça, já que alguns de seus colegas de trabalho comprovaram, em juízo, que já se comentava sobre a situação do empregado e que a empresa tinha conhecimento dos fatos.

O TRT reconheceu, portanto, que o que acometia o trabalhador era uma doença, inclusive classificada como código F19 da CID (Classificação Internacional de Doenças), e que foi injustamente demitido enquanto se encontrava, de fato, doente. O alcoolismo crônico é classificado, pela Organização Mundial de Saúde, como síndrome de dependência do álcool, cuja compulsão pode eliminar a capacidade de discernimento do doente.

A Justiça entendeu que a empresa deveria tê-lo afastado e encaminhado para tratamento médico pelo INSS e, assim, declarou nula a dispensa, determinou sua reintegração e concedeu-lhe, inclusive, estabilidade provisória de um ano, após a reintegração.

Não é de hoje que os tribunais têm pensado dessa forma. Nos últimos tempos, têm aumentado casos de reversão de demissão por justa causa em casos de embriaguez habitual por se entender que o alcoolismo é doença crônica.

Outra decisão, bastante comentada, foi proferida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) no final de 2012, que condenou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, revertendo a justa causa de um carteiro demitido por ter ofendido os colegas de trabalho. Segundo o que foi apurado, as ofensas foram proferidas quando o trabalhador estava sob o efeito de remédios controlados e álcool, e inclusive estava em licença para tratamento médico.

Em ambos os casos citados – nos quais a Justiça entende não ser possível a demissão por justa causa – há uma semelhança: não se trata de um episódio isolado de embriaguez, mas sim de alcoolismo, de dependência química. E, os casos em que o trabalhador é saudável e comparece bêbado ao serviço ainda são considerados falta grave, o que pode justificar a demissão.

Essa diferença entre as hipóteses é tema de um projeto de lei, que se arrasta no Senado, que pretende excluir a embriaguez habitual da relação de faltas graves, mantendo apenas a embriaguez em serviço e acrescentando que, nos casos de alcoolismo crônico, a demissão só se dê se o empregado se recusar a receber tratamento.

E, no meio da interpretação dessas situações – o que, convenhamos, não é fácil – está o empregador, que fica num dilema: demite o empregado, correndo o risco de ser condenado numa reintegração e em indenização por danos morais, ou mantém o trabalhador, torcendo para que ele não cause – e nem sofra – algum acidente de trabalho (e nem venha a causar outro prejuízo à empresa).

Então, como o empregador deve agir? A resposta não é simples.

De uma maneira geral, a Justiça tem entendido que a empresa deve esgotar os recursos e possibilidades disponíveis para preservar a saúde do trabalhador, deixando como último recurso a demissão. Até lá, recomenda-se encaminhar o trabalhador a algum programa de recuperação ou mesmo ao INSS, para que possa se reabilitar antes de voltar ao trabalho. Devem-se esgotar as medidas de restabelecimento da saúde do empregado antes de qualquer despedida (seja ela com ou sem justa causa).

E, se a questão for parar nos tribunais, caberá à empresa provar que se utilizou de todos os recursos possíveis para a recuperação do trabalhador e para a manutenção do contrato de trabalho.

Fonte - www.administradores.com.br



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Abertas Inscrições para Curso de Educadores 6ª Edição

Abertas Inscrições para Curso de Educadores 6ª Edição (20/11/2013)

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), do Ministério da Justiça em parceria com Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) lançam a 6ª edição do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas. O Curso é totalmente gratuito e nesta edição será executado por várias universidades públicas, com início no primeiro trimestre de 2014. A primeira universidade a abrir vagas é a Universidade de Brasília – UnB, que nesse momento oferece 50 mil vagas para professores do ensino fundamental e médio de escolas públicas dos seguintes estados da Federação:

São Paulo, Espírito Santo, Distrito Federal, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Bahia e Sergipe.

Os professores de outros estados da Federação serão contemplados com vagas oferecidas por outras universidades parceiras ainda nesse ano de 2013.
Esta oferta é parte integrante do Programa “Crack, é possível vencer”, que no eixo prevenção prevê ampla capacitação para profissionais das redes de educação, segurança pública, saúde e assistência social, além de conselheiros e lideranças comunitárias e religiosas.

A inscrição para o curso pode ser feita através do site http://educadores.senad.gov.br/inscricao.html

Autor - SENAD
Fonte - SENAD



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Unifesp recruta brasileiros para responder a pesquisa sobre drogas

Levantamento mundial ficará disponível online até o dia 20 de dezembro.

Estudo traçará perfil sobre consumo de álcool, tabaco e entorpecentes.

Unifesp recruta brasileiros para responder a pesquisa sobre drogas
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está convocando brasileiros a participarem de uma pesquisa mundial online sobre uso de drogas, chamada Global Drug Survey. O levantamento, que vai avaliar o perfil dessas pessoas e o padrão de consumo em vários países, estará disponível na internet até o dia 20 de dezembro. Os resultados devem ser divulgados em março de 2014.

Segundo a pesquisadora Clarice Madruga, do Instituto Nacional de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad), da Unifesp, o objetivo da pesquisa é mapear o uso de drogas em todo o mundo, saber como as pessoas têm acesso às substâncias (pela internet, em lojas, por meio de traficantes) e fazer os indivíduos pensarem sobre o próprio padrão de consumo. 

Brasil é o 2º consumidor mundial de cocaína e derivados, diz estudo Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país Consumo de álcool entre brasileiros se torna mais frequente, diz estudo

De acordo com Clarice, é possível preencher o questionário de perguntas diretas (com alternativas) em cerca de 20 minutos. Para iniciar, basta clicar na bandeira de Portugal, no canto direito da tela, e depois no ícone "Continue". Até as 18h15 desta quarta-feira (20), mais de 25,8 mil pessoas haviam participado. Só no Brasil, porém, será preciso de pelo menos 5 mil respostas para haver uma representatividade mínima dentro da amostra geral.

Ao se conhecerem melhor os preços praticados para venda de drogas, os locais de compra e outras características, será possível criar políticas de controle e prevenção, destaca Clarice. O trabalho é coordenado por um time independente de cerca de 35 países, e entre as universidades que lideram o estudo está o King's College de Londres.

"Dentro das perguntas, também já estão inseridas estratégias de redução de danos, com questões como: 'Se você toma ecstasy, já tentou dividir a pílula em uma dose menor? Sabia que o 'barato' pode ser o mesmo?'. Ou seja, a pesquisa também é educativa e acaba funcionando como uma campanha", analisa Clarice.

Detalhes do questionário
 
O levantamento inclui perguntas sobre o uso de drogas no último ano, no último mês e na última semana, a idade de início do consumo, como foi feita a aquisição da substância (onde encontrou e de quem comprou) e se usou algo e depois dirigiu.

Além disso, há questionamentos sobre onde a pessoa trabalha, como é sua personalidade, seu bem-estar geral, como ocupa o tempo livre (se faz atividade física) e qual é o prazer, a intensidade e os efeitos negativos que sente em relação às drogas.

Ao todo, o questionário abrange uma série de substâncias psicoativas, que vão desde álcool e tabaco (incluindo cigarro eletrônico) até entorpecentes como maconha, cocaína, crack, LSD, heroína, solventes, morfina, metadona e vários outros produtos sintéticos, mais novos. São citados, ainda, ayahuasca, energéticos, medicamentos para disfunção erétil (como Viagra e Cialis), para transtorno do deficit de atenção e hiperatividade (TDAH), como Ritalina, e para ansiedade ou depressão, como Diazepam, Valium, Xanax e Rivotril.

"Há também estimulantes e anfetaminas potentes que ganham apelidos como noz-moscada e sálvia, para driblar a lei. Usam-se nomes esquisitos como de temperos, adubos de plantas e sais de banho para serem registrados e se tornarem legais por algum tempo", explica a pesquisadora da Unifesp.

Fonte - Bem Estar

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