Combate ao crack terá novas bases

Combate ao crack terá novas bases
Secretário Francisco Bezerra foi a Brasília tratar do aumento das bases da ação "Crack, é Possível Vencer"
O Estado do Ceará deverá ter ampliado o número de bases do programa "Crack, é Possível Vencer´. São unidades móveis que atuam como bases de videomonitoramento e vigilância eletrônica e suporte para as ações policiais de prevenção e repressão ao tráfico e consumo de entorpecentes em áreas consideradas críticas da Capital, Região Metropolitana e Interior.

Francisco Bezerra teve reunião com a secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, para tratar do combate ao crack FOTO: JL ROSA

Na tarde de ontem, o secretário da Segurança Pública do Estado do Ceará, coronel Francisco José Bezerra Rodrigues, esteve reunido com a secretária Nacional de Segurança, Regina Miki, em Brasília, para tratar do assunto. A ampliação deverá atingir todo o Estado, mas a prioridade é Fortaleza, onde o tráfico de drogas tem alimentado as estatísticas de outros delitos como os homicídios e roubos.

Bases
Atualmente, o projeto, em fase ainda experimental, está sendo desenvolvido em três bairros da Grande Fortaleza. São eles, Vicente Pinzón, São Miguel e Genibaú. As bases são formadas por carretas semelhantes às usadas na Copa das Confederações. Os veículos estão dotados de equipamentos de alta geração para a vigilância à distância das áreas atingidas pelo tráfico.

Através de câmeras de alta potência e computadores interligados à Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), é possível para as autoridades policiais acompanhar os passos dos traficantes e capturá-los mais rapidamente e em situações de flagrante, isto é, no momento em que eles estão comercializando, distribuindo, armazenando, escondendo ou vendendo os entorpecentes.

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Secretaria Nacional de Segurança j´ autorizou a implantação de, pelo menos, mais três bases, sendo duas na região metropolitana (cidades de Caucaia e Maracanaú) e uma no Interior do Estado (na cidade de Juazeiro do Norte).

Nestas cidades do Interior e comunidades da Capital e Região Metropolitana, o tráfico de entorpecentes tem elevado os índices de homicídios, a maioria envolvendo adolescentes e jovens aliciados por traficantes chefes de quadrilhas.

Fonte - diariodonordeste

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